¡Ay de aquel que navega, el cielo oscuro, por mar no usado
y peligrosa vía, adonde norte o puerto no se ofrece!
Don Quijote, cap. XXXIV

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terça-feira, agosto 14, 2007
 
OCIDENTE CEDE
A FANATISMO ISLÂMICO




Tenho comentado freqüentemente a rendição da Europa às práticas bárbaras dos muçulmanos. Não é só a Europa. Até mesmo as universidades norte-americanas estão se islamizando. A universidade de Michigan, em Dearborn, após debater o assunto com a Associação dos Estudantes Muçulmanos, anunciou que instalaria estações de lavagens de pés em diversos de seus banheiros, a um custo de US$ 25 mil. Quando as pias começaram a cair das paredes, foi fácil descobrir a origem do problema. Mais de 10% dos estudantes no campus são muçulmanos e, como parte das abluções requeridas antes de suas cinco preces diárias, alguns deles estavam lavando os pés nas pias. É o que leio no Terra on line.

Mais de 12 universidades no país já dispõem de sistemas de lavagem de pés, muitos dos quais instalados em edifícios novos. Em alguns campi, como o da Universidade George Mason, na Virgínia, e o da Universidade do Leste do Michigan, em Ypsilanti, Michigan, até mesmo alguns dos alunos muçulmanos se surpreenderam com a instalação dos novos equipamentos - uma torneira que propicia rajada de 45 segundos de água -, no caso da Universidade do Leste do Michigan em um canto isolado do banheiro da nova união de estudantes. Blogs estão se queixando da islamização da universidade e discutem se esse plano representa forma legítima de acomodar os direitos dos alunos a praticar suas religiões ou uma forma ilegal de apoio do governo a uma religião determinada. Em uma faculdade de Minneapolis, os diretores impediram um café instalado no campus de tocar músicas cristãs em seu sistema de som, mas adotaram atitude diferente com relação ao islamismo. Não seria de espantar que dentro de alguns anos cada universidade tenha um minarete e um muezim com sua voz esganiçada chamando os crentes à prece cinco vezes por dia.

Muitos distritos escolares estão discutindo a instalação de salas de oração para os estudantes muçulmanos, a oferta de comida que segue a doutrina islâmica em refeitórios e a incorporação de datas muçulmanas importantes ao calendário escolar. Como o dia sagrado do Islã é a sexta-feira, muito em breve as universidades deixarão as sextas-feiras livres para os estudantes muçulmanos. Mais um pouco, e as sextas-feiras serão também feriado para os funcionários muçulmanos de qualquer empresa.

Lenta e inexoravelmente, o Ocidente vai se entregando ao fanatismo islâmico.