ISLÃ VERSUS GINECOLOGIAUma amiga da Finlândia me envia notícia antiga, publicada no jornal francês
La Presse, em 2006.
A agressão ocorreu em agosto de 2003, mas Stéphane Saint-Léger dela se lembra nos mínimos detalhes. O ginecologista-obstreta francês, então de plantão no hospital de Montreuil, na periferia parisiense, tenta dar assistência a uma mulher muçulmana grávida, cujo trabalho de parto parece ser doloroso.
“Eu queria perguntar-lhe se ela tinha necessidade de uma peridural para suportar a dor. Seu marido me disse que eu não tinha o direito de entrar no quarto, que sua mulher não tinha o direito de falar e que era ele que falava por ela”, disse o médico na entrevista.
"Eu insisti dizendo que preferia saber diretamente de sua mulher se tinha necessidade de ajuda ou não”, ajuntou.
O marido, furioso, pegou o médico pelo colete e o jogou para fora do quarto, dizendo: “Aqui, você está na terra do Islã. Você não está em seu país”.Aconteceu nos subúrbios de Paris. Dispensável qualquer comentário.