É FRANCÊS? ENTÃO PODELeio no
Libération que o Tribunal do Júri de Val-de-Marne julgará, a partir de amanhã, um vendedor de jornais de 34 anos acusado de seis estupros e de uma tentativa de estupro, crimes cometidos em 2004 e 2005, em Paris e na região parisiense. Marc Labourel, que reconheceu os fatos, tentando justificá-los por um consumo excessivo de álcool, foi preso no 15 de outubro de 2005.
Até aí nada demais, direis. Apenas um episódio da crônica policial. Mas há algo a mais, sim. É que o criminoso é identificado com nome e sobrenome. Quando um crime é cometido por um árabe, sua identificação é subtraída aos leitores. Os jornais não noticiam nem mesmo seu país ou etnia.
O criminoso é francês? Então pode ser identificado.