¡Ay de aquel que navega, el cielo oscuro, por mar no usado
y peligrosa vía, adonde norte o puerto no se ofrece!
Don Quijote, cap. XXXIV

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quinta-feira, junho 11, 2009
 
SOBRE O DISCURSO DE OBAMA


Escreve Luís Gonçalves:

Prezado Janer Cristaldo,

É inegável que Obama se mostrou extremamente simpático ao Islã. Não condenou o terrorismo islâmico, não se referiu ao Hamas como terrorista e ainda criticou os assentamentos judaicos na Cisjordânia. O que me deixou perplexo na eleição de Obama foi a comemoração de alguns judeus que conheço, mas agora acredito que eles já perceberam que Obama não é seu aliado. Aguardo péssimas noticias no Oriente Médio num futuro próximo. Sem o apoio dos EUA, a situação de Israel vai se complicar bastante. Aliás, desconfio que esse conflito com a Coréia do Norte é para impedir os EUA de atuar no Oriente Médio, caso Israel necessite de ajuda. Enquanto isso, os esquerdistas continuam apoiando o Islã.

Atenciosamente,

Luís


Escreve Francisco José de Queiroz:


Realmente, Janer, o cara foi tão bom-mocinho que renegou até as origens. E a Hilary hilária, que transformou em questão de estado o caso do menino Sean. Passou um atestado de que considera o Brasil um país de selvagens. Certo que o vaqueiro era meio bronco, mas que saudade da Condie, que nem perdia tempo cumprimentando o bufão do Chávez. Foi ela, aliás, que lavou a alma do Brasil, ao deixar claro que a invasão da Petrobrás na Bolívia não passava de um ato ridículo de um bando de índios mal-aculturados. Vamos ver quantas vezes a diplomacia americana do Obama vai dizer que sua paciência tem limite. Se não me engano, já disse duas vezes. Bom feriado.

Francisco