LITERATURA VIRA MICHÊFoi inaugurada hoje a Flip, Feira Literária Internacional de Paraty. Com o custo de mais de R$ 5,9 milhões, captados por meio de leis de renúncia fiscal, a Flip prevê 19 mesas em que 34 autores vão debater temas variados, de ciência e poesia a história em quadrinhos e música erudita – dizem os jornais. O público estimado é de 20 mil a 30 mil pessoas.
Ou seja: além de financiar o cinema nacional, shows da Máfia do Dendê, apresentações do Cirque du Soleil, silicone para travestis, putas para deputados, turismo para parentes de senadores, o contribuinte passa agora a financiar spas para escritores.
É ilegal? Não é. Mas é imoral. Literatura virou michê de prostitutas literárias.